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Quarta-feira, 22/11/2017

Inclusão na E. M. Professora Vera Saback Sampaio

Tags: 3ªcre, inclusão, acróstico.

 

Como abordar conceitos tão importantes e significativos para as crianças de forma lúdica e agradável? A Escola Municipal Professora Vera Saback Sampaio tem uma resposta: colocou o tema da inclusão sob forma de acróstico para conscientizar os alunos sobre sua importância e ainda homenagear o aluno incluído Jefferson, no dia da inclusão.  

 

 

Sob a orientação da diretora da escola, professora Carla Christina Fernandes Cabral de Souza, da diretora adjunta, professora Luciana Fernandes dos Santos de Sousa, a professora Mônica Costa da Silva Damasceno realilzou um tabalho de leitura e escrita com seus alunos da turma 1306 intitulado Acróstico da palavra Inclusão.

 

 

 

Muitos são os conceitos de inclusão, mas é fundamental e importante apresentar para as crianças o que isso realmente representa. Um ato de igualidade entre os diferentes indivíduos, para que efetivamente todos tenham igualdade de oportunidades e assim possam realizar suas escolhas de vida, permitindo que efetivamente todos tenham o direito de participar das várias dimensões de seu ambiente, sem sofrer qualquer tipo de discriminação e preconceito.

Trabalhar um conceito dessa importância na educação básica  é, antes de tudo, proporcionar a formação consciente de novos cidadãos que terão uma visão crítica do mundo de forma a diminuir injustiças e desigualdades.

 

 

No primeiro momento, o objetivo é que procedam à leitura, sem nenhuma preocupação com a forma do texto. Não se pretende também ensinar conteúdos específicos da língua, apenas que os alunos conheçam o acróstico como um tipo de texto por meio do qual pode-se expressar ideias, pensamentos, sentimentos e impressões do mundo, em um formato de texto diferente dos que eles já conhecem.

O Acróstico é, antes de tudo, uma poesia que apresenta um conceito através de um jogo de sentidos das  palavras que se formam a partir das letras de uma palavra-chave. E nada melhor do que utilizar essa forma de poesia para ensinar aos alunos o verdadeiro conceito de inclusão que deve permear não só as relações na escola como em toda a sociedade.

 

 

Segue o relato da professora Mônica Costa da Silva Damasceno, regente da turma 1306 sobre o trabalho desenvolvido com a temática Inclusão:
 

"O nosso projeto surgiu com uma conversa motivadora inicial com os alunos, verificando seus conhecimentos prévios e preparando-os para a aprendizagem do gênero 'acróstico'. O conceito apresentado foi: - Acróstico é uma poesia, em que cada verso começa com uma das letras do nome. Como exemplos fiz uma apresentação de acrósticos com nomes dos alunos no quadro."

O passo seguinte foi orientar os alunos para que realizar as seguintes atividades:

 - identificar as palavras escritas na vertical dos textos; 

 - analisar sua relação com as palavras ou frases escritas na horizontal.

Como celebração da semana da inclusão, foi proposto fazer uma homenagem para o amigo incluído, Jefferson Rondinelli Felix Sarmento.

A turma 1.306 fez uma atividade coletiva com um acróstico da palavra inclusão, relatando o dia a dia com o amigo Jefferson.

Vamos conhecer essa atividade coletiva de homenagem ao aluno Jefferson da turma 1306!

 

Incrível todos os dias 

Nós da turma 1306

Com nosso amigo especial Jefferson 

Lá na sala de aula, ro refeitório e na quadra fazemos tudo 

Unidos com a sua alegria e

Simpatia

A

O momento da saída, para começar tudo de novo em outro dia 

 

 

Depoimento da mão do aluno, homenageado pela turma: Sra. Luciana Felix:

“Sobre a professora, fica a minha gratidão por toda a dedicação, esforço e amor pelo que faz. Este ano meu filho incluso (JEFFERSON RONDINELLI FELIX SARMENTO) deu um passo muito precioso em relação à alfabetização. Sei que tudo é devagar, aos poucos, mas todo ganho é satisfatório! O ganho educacional de uma criança é motivo de alegria, mas o ganho de um filho especial para uma mãe é gratificante porque sabemos que sempre é uma luta, mas não há vitórias sem lutas. A gratidão revela o caráter! Seja grato sempre!”

Parabéns a toda a equipe da Escola municipal Professora Vera Saback Sampaio, em especial à professora Mônica Costa da Silva Damasceno por levar esse tema tão importante para os alunos da turma 1306. Isso é educação de qualidade formando os cidadãos do futuro. 

 

 


   
           



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Terça-feira, 21/11/2017

Mural Interativo: Poção Mágica da Cuca

Tags: 2ªcre, literatura, educaçãoinfantil.

 

Os alunos do EDI Irmã Margarita Alarcón estão estudando as regiões brasileiras e conhecendo o folclore do nosso país.

 

O projeto anual do EDI Irmã Margarita Alarcón tem como tema “O Encanto de Cada Canto Brasileiro” e a equipe pedagógica compartilhou conosco uma atividade muito interessante realizada com os pequeninos. O projeto é dividido entre as regiões brasileiras, cuja ideia foi traduzida em poema:

 

“Canto cada canto brasileiro
Em meu recanto florido
De margaridas nascidas
Em meu jardim preferido

Canto prosas, versos
Canto ritmos diversos
Canto a magia
Canto a alegria
Canto a imaginação
Em minha escola que se chama
Margarita Alarcón”

Danusa Massafferri

 

O objetivo do projeto anual é apresentar a cultura brasileira contada, cantada e vivida pela criança, buscando significados na realidade da escola, da família e da sociedade. Este projeto busca desenvolver as aptidões individuais e coletivas de forma alegre e lúdica, através das experiências trazidas pelas histórias, cantigas populares, lendas, em diversos contextos, materializados nas diferentes áreas do conhecimento: linguagem oral e escrita, Matemática, Ciências Sociais e Naturais e Artes. Novas descobertas vão surgindo sobre os alimentos, animais, meio ambiente, folclore, brincadeiras, danças, artesanato, pintores e escritores dos vários cantos do Brasil.

 

Mural Interativo construído durante a atividade.

 

A partir do mês de setembro foi a vez de trabalhar as descobertas da Região Sudeste. Em meio ao rico folclore da região, mergulhar nas histórias do Saci e da Cuca, brincando com as lendas que se tornaram personagens do “Sítio do Picapau Amarelo”, do autor/escritor paulista Monteiro Lobato.

Na história de Monteiro Lobato, a Cuca prepara uma poção mágica para transformar a Narizinho em pedra. A turma EI 32, das professores Kellen e Danusa, fez uma poção para transformar as crianças do M2. A Poção Mágica da Cuca tornou-se um mural interativo para que todas as turmas da escola pudessem participar.

O objetivo era desenvolver uma atividade que reunisse Arte, Matemática, Linguagem e muita imaginação. A atividade teve duração de duas semanas e incluiu:

1º) Rodas de conversas sobre o autor da história (Monteiro Lobato). Após as conversas as professoras, junto com os alunos, listaram os ingredientes da poção da Cuca: sapos, lagartixas, baratas, morcegos, abelhas e pó de pirlimpimpim;


2º) Pintura do caldeirão;


3º) Cada dia foi confeccionado um dos ingredientes (sapo, lagartixa, abelha, morcego e barata) da poção usando uma técnica diferente (pintura a dedo, pintura com pincel, colagem, etc);


4º) A turma brincou de pique-pega da Cuca no pátio. O pegador usava uma peruca amarela (feita de papel crepom) e quem fosse pego viraria pedra, se agachando e colocando as mãos sobre a cabeça;


5º) A dramatização da Poção da Cuca foi feita com a participação das crianças. No mural interativo foram colocados sacos plásticos com os insetos da poção ao lado da receita. As professoras leram a receita e chamaram os alunos para colocarem os ingredientes no caldeirão, realizando a contagem coletivamente;


6º) A turma foi chamada em grupos para mexer os ingredientes;


7º) A professora pediu para a turma falar a palavra mágica PIRLIMPIMPIM, colocando as mãos em direção ao caldeirão, vibrando para a mágica dar certo;


8º) Todos viram pedra ao final da atividade.

A sequência de fotos abaixo mostra como a atividade foi realizada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cada turma fez sua participação com muita música e animação: berçário, maternal 1, 2 e pré-1 e pré-2. Todos se divertiram muito! A turma EI 32 está muito motivada com o aprendizado da Matemática. Assim a equipe pedagógica deu segmento as atividades relacionadas a essa área do conhecimento aproveitando para introduzir os numerais 1, 2 e 3 em atividades de colagem, trazendo também novas produções literárias onde os números estejam inseridos.

 

Alunos participando da atividade.

 

Parabéns a toda equipe do EDI Irmã Margarita Alarcón por realizar atividades que integrem cultura e conhecimento matemático. Agradecemos por compartilhar conosco o trabalho de vocês e desejamos sucesso.

O contato do EDI Irmã Margarita Alarcón é: edialarcon@rioeduca.net

 

Divulgue também o trabalho de sua escola no portal Rioeduca.

Entre em contato com o representante de sua CRE.

 

 

Renata Carvalho - Professora da Rede e representante do portal Rioeduca na 2ª CRE

renata.carvalho@rioeduca.net

 


 


   
           



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Terça-feira, 21/11/2017

I Festival de Jogos e Brincadeiras Populares da Brigadeiro Eduardo Gomes

Tags: 11ªcre, jogos, populares.

 

A E. M. Brigadeiro Eduardo Gomes, a fim de dar um novo significado (para além da quadra esportiva) às aulas de Educação Física, realizou o I Festival de Jogos e Brincadeiras Populares no mês de outubro. CONFIRA!

 

A coordenadora pedagógica, Mariângela Diniz, relata que a escola sediou o grupo de trabalho (GT) de Educação Física, realizado pela Gerência de Educação da 11ªCRE e que esta experiência trouxe para a unidade escolar vivências corporais sobre o eixo “Conhecimentos sobre o corpo”, trabalho este desenvolvido anteriormente em encontros dos professores de Educação Física do referido grupo de trabalho e que foi colocado em prática com os alunos da escola.

 

Alunos no pátio da escola jogando peteca e brincando de elástico.

 

A escola atende turmas de 6º ao 9º ano, além do projeto Acelera 8 e duas turmas de Jovens e Adultos (PEJA), totalizando 383 alunos. Os alunos participantes se encantaram com uma Educação Física que, até então, eles desconheciam e foi essa a oportunidade para a entrada dos jogos populares. A bola de futebol foi substituída pelas bolinhas de gude; a corda e o elástico trouxeram uma nova forma de movimento e possibilidade corporal; o pique-bandeira e o queimado com inúmeras variações deram uma nova direção às disputas competitivas.

A memória da infância foi sendo resgatada acerca do brincar e, nesse caso, o brincar na escola. Com todo esse novo movimento acontecendo, surgiu a ideia de ser realizado um festival de jogos e brincadeiras populares que poderia culminar no mês de outubro em comemoração ao mês das crianças. A proposta foi amadurecida e, após alguns meses de planejamento, foi realizado no dia 25 de outubro, o Iº Festival de Jogos e Brincadeiras Populares da EMBEG, sendo uma das idealizadoras a professora de Educação Física Luciana Rodrigues.

As turmas foram organizadas em grupos mistos de todos os anos escolares, divididos por cores num total de 5 grupos por turno, de manhã e a tarde. Os alunos foram recebidos no início de cada turno, divididos nos devidos grupos e identificados com uma pulseira. Receberam um lanche e foram orientados para seus espaços lúdicos.

 

Alunos confeccionando Pipas/Cafifas

 

Cada espaço tinha um ou dois professores-monitores. Os espaços eram "caça ao tesouro", onde eles recebiam as pistas e montavam um mapa da escola até a localização do tesouro. Em uma das quadras tivemos o Tacobol e o Badminton, numa outra de quadra descoberta tivemos o festival de pipas. 

 

Alunos brincando: destaque para a caça ao tesouro, pipa e queimado

 

Além disso, na quadra coberta, tivemos o tradicional queimado e o pique-bandeira e, por último, num espaço gramado tivemos corda, elástico, peteca e bola de gude.

A cada 40 minutos os grupos faziam um rodízio para que todos pudessem vivenciar um pouco de cada atividade, porém os alunos que preferissem poderiam se manter na sua oficina. Professores, funcionários, estagiários, responsáveis se envolveram também e, além de monitorarem suas atividades, aproveitaram a rica oportunidade para brincarem e rememorarem seus tempos de infância.

Ao final do turno, os alunos retornaram para o pátio interno e receberam um picolé antes de voltarem para suas casas. Vivenciar nos dias de hoje uma experiência rica como essa é algo que deve nos fazer pensar sobre o real significado da escola para os educandos e até para os educadores.

 

Alunos no pátio externo da escola: Destaque para a bolsista da UFRJ em parceria com a unidade escolar

 

A coordenadora Mariângela Diniz diz que: O que ficou de toda essa experiência foi perceber o lugar que o jogo e a brincadeira podem e devem ocupar as escolas como conteúdo das aulas de Educação Física e, além disso, ver a alegria estampada no rosto de meninos e meninas, dos professores e funcionários e de todos os envolvidos que puderam perceber o quanto a escola pode oferecer e reconsiderar no seu cotidiano muitas das vivências que, até então, não eram sequer pensadas ou contempladas. Destaco, também, a participação efetiva de um grupo de bolsistas da Escola de Educação Física e Desportos (EEFD) da UFRJ que está realizando um lindo projeto na nossa escola e que, em virtude do festival, se envolveram diretamente em toda a construção do trabalho e, juntamente conosco, puderam experienciar o significado e a realidade do chão da escola.

 

Quer saber mais sobre?

Unidade Escolar: E.M. Brigadeiro Eduardo Gomes

Telefone: (021) 3393-4185 e 3393-2630

Fotos tiradas por: Aluno Jhuan Pablo da turma 1801

 

 

Contato para publicações:

 


   
           



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Terça-feira, 21/11/2017

Twittaço Literário!

Tags: twittaço, leitores, literário..

 

 

 

 

Sexta-feira, 24/11, é dia de Twittaço Literário!

 

O grande homenageado é Júlio Emílio Braz, que iniciou sua carreira como escritor de roteiros

para histórias em quadrinhos, publicadas no Brasil, Portugal, Bélgica, França, Cuba e EUA. Já publicou

mais de cem títulos!

 

Ao longo do dia vamos trocar mensagens sobre o escritor, considerado um autodidata, aprendendo

as coisas com extrema facilidade, adquiriu o hábito

de leitura aos seis anos.

 

Participe! Basta seguir @RiodeLeitores e usar #Riodeleitores!

 

Vale Twittar e Retwittar citações, depoimentos, fotos, dicas de livros, vídeos, sites, links, blogs e curiosidades. Twitte também fotos de atividades sobre a temática do autor realizadas em sua unidade escolar!

 

Um excelente Twittaço! Boas leituras! Até SEXTA!

 

Arte de Rafael Monteiro – E/SUBE/CED/GME

 

Um pouco sobre Júlio Emílio Braz

Júlio Emílio Braz nasceu em 16 de abril de 1959, na pequena cidade de Manhumirim, aos pés da Serra de Caparaó, Minas Gerais. Aos cinco anos mudou-se para o Rio de Janeiro, cidade que adotou como lar.

É considerado um autodidata, aprendendo as coisas com extrema facilidade. Adquiriu o hábito de leitura aos seis anos.

Iniciou sua carreira como escritor de roteiros para histórias em quadrinhos, publicadas no Brasil, Portugal, Bélgica, França, Cuba e EUA. Já publicou mais de cem títulos.

Em 1988 recebeu o Prêmio Jabuti pela publicação de seu primeiro livro categoria infantil e juvenil: SAGUAIRU.

Em 1990 escreveu roteiros para o programa Os Trapalhões, da TV Globo, e algumas mininovelas para a televisão do Paraguai. Em 1997 ganhou o Austrian Children Book Award, na Áustria, pela versão alemã do livro CRIANÇAS NA ESCURIDÃO (Kinder im Dulkern) e o Blue Cobra Award, no Swiss Institute for Children’s Book.
 

 

Entrevista no Jô Soares

https://globoplay.globo.com/v/1953145/

 

- Rapidinhas

Escritor favorito: Luís Fernando Veríssimo.
Ídolo: Minha mãe.
Música: Bolero, de Ravel.
Vida: Pena que seja uma vez só.
Morte: Logo agora?
Amor: Excitante.
Paixão: Passageira.
Literatura: Oxigênio.
Sonho: O próximo.
Inesquecível: Memórias de Um Cabo de Vassoura, de Orígenes Lessa.

 

Trecho do Livro – 'Quem me dera ser Feliz' – Júlio Emílio Braz
 

“ É duro ser super qualquer coisa. Você não pode sentir dor mesmo quando tem as dores do mundo sobre os ombros. Não tem direito ao próprio sorriso, pois a alegria dos outros, o sorriso dos outros, sempre são mais importantes. Não lhe resta tempo para chorar, pois o choro de tantos se seguirá ao seu. Você não tem vida própria, mas dá-se em tempo integral para que a vida não desapareça daqueles mundos e daqueles rostos que gravitam em torno de você. Você, que tantas vezes é luz, vive nas sombras de uma insatisfação interminável. Morre aos poucos, querendo viver. “

 

Em entrevista pela Web:

A questão racial e social foi predominante em suas obras em quadrinhos nos anos 80. Como foi focar a África e suas questões em suas obras?

Eu acho até engraçado que essa consciência étnica não era tão forte em mim em termos conscientes, mas aparecia de modo inconsciente. No Brasil se fala pouco disso, mas eu li vários artigos sobre o fenômeno em se tratando da África do Sul, que é a figura do mestiço. Eu sou, como a maioria dos brasileiros, fruto de grande miscigenação. Tenho sangue negro, índio e branco. O mestiço pertence mais facilmente à etnia visível em sua pigmentação, mas vive em um lar onde o pai é de uma cor, a mãe é de outra, os avós trafegam por uma terceira. Na África do Sul dos tempos do apartheid, difícil era ser negro, mas era muito pior ser mestiço, pois nenhum dos dois lados o aceitava. No meu caso, a primeira coisa que tive que fazer foi me descobrir como negro, que parece ser fácil… Basta um espelho, não? Mas não foi. A busca por abordar temáticas associadas à minha cor, penso eu, foi durante muito tempo a minha busca, consciente ou inconsciente, por minha aceitação enquanto tal. Outro ponto que explica o meu interesse pela África e pelas questões raciais se prendia ao fato de, pelo menos até meados da década de 1990, não existir muito material sobre o assunto e a discussão sobre africanidades se restringir aos estereótipos comuns vinculados às religiões de origem africana e todos os preconceitos e incompreensões que ainda as cercam; ao samba e ao futebol. Eu queria saber mais e, nesta busca, acabei colocando o que descobria e vivenciava em meus textos, seja nos quadrinhos, seja nos infantojuvenis.

 

Pretinha, eu? - Júlio Emílio Braz

Sinopse: Ninguém queria acreditar... Foi o maior zunzunzum no Harmonia quando Vânia começou a frequentar as aulas. Pela primeira vez, uma aluna negra estuda no tradicional colégio. E a turma formada por Carmita, Vivi, Bárbara, Tatiana e Bel não estava nem um pouco interessada em facilitar a vida da nova aluna...


   
           



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