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Quinta-feira, 18/12/2014

Ludicidade e Letramento

Tags: 4ªcre.

 

 

Na alfabetização se inicia o processo de formação intelectual e pessoal da criança. Por isso, a escola deve facilitar a aprendizagem, utilizando-se de atividades lúdicas que criem um ambiente alfabetizador, favorecendo o processo de aquisição da autonomia da aprendizagem.

 

Elenco do "Casamento da Dona Baratinha"

 

"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."

Carlos Drummond de Andrade

 

 

Jogos e Dramatizações

 

"O primeiro ano do CIEP Graciliano Ramos apresentou mais uma atividade facilitadora para a alfabetização e interação dos alunos, a peça: “O Casamento da Dona Baratinha”.
Orientados por suas professoras Luciana Nascimento e Marina Rosa, os alunos vivenciaram momentos de muita alegria, interação, companheirismo e aprendizado.

“O teatro, além de possibilitar a integração das crianças no grupo, é um excelente instrumento facilitador da aprendizagem. A dramatização faz com que a criança desenvolva sua potencialidade expressiva e cognitiva, mesmo sendo ainda pequenas.”

 

Jogos e Alfabetização

 

"A turma 1.102 do CIEP Graciliano Ramos, localizado no bairro do Jardim América, participou do Campeonato de Soletração organizado por sua professora Marina Rosa. O Campeonato foi composto de quatro etapas até chegar a grande final. O que, no início, para eles parecia uma grande brincadeira, foi se transformando em uma competição. Durante todo o Campeonato eles se empenharam ajudando uns aos outros, o que despertou entre eles a cooperação, o respeito e a comunicação. O objetivo foi provocar o interesse pela escrita com novas formas de aprendizagem, incentivando nossos alunos para a importância da escrita ortográfica correta. O final do Campeonato teve momentos de grande emoção, que tomou conta dos alunos participantes, da torcida, dos responsáveis e dos professores. Novamente o lúdico e a interação fazendo diferença no ensino-aprendizagem dos alunos do 1º ano."

Textos enviados pela Professora Marina Rosa

 

 

O lúdico é o meio facilitador da alfabetização, pois a criança que tem uma infância bem estruturada adquire segurança de si própria. A alfabetização, com base nas atividades lúdicas, é muito prazerosa, tanto para o professor como para a criança.
 

Nessa perspectiva, o jogo, sob a ótica do brinquedo e da criatividade, deverá ter maior espaço e ser compreendido como um importante instrumento no processo educacional. Assim, na medida em que os professores compreenderem melhor sua capacidade potencial, poderá contribuir com o desenvolvimento da criança.

 

Parabéns, professora Marina, por levar nossas cianças a construir o conhecimento de forma prazerosa e agradável!

 

 

                               

 

 

 


  

Postado por Ana Accioly Ver Comentários (0)

Quinta-feira, 18/12/2014

Letramento na Creche Municipal Professora Flora Santina Ferrari Braz

Tags: 9ªcre, creche.


 

Letramento na Creche Municipal Professora Flora Santina Ferrari Braz: trabalhando de forma lúdica e prazerosa, os alunos começam a sua caminhada pelo mundo da leitura.

 

 

Os alunos da Creche Municipal Professora Flora Santina Ferrari Braz estão vivenciando uma mágica viagem pelo fantástico mundo das letras. Diariamente, eles participam de atividades nas quais o nome, primeiro referencial de escrita, é o ponto de partida para a construção do letramento.

A professora da turma EI-31 Camila de Almeida Coelho conta que, durante a “chamadinha”, as crianças observam as letras do próprio nome e dos colegas, praticam associações, descobrem sons e semelhanças, comparam quantidades e realizam registros escritos. Para isso, as crianças fazem uso de diferentes materiais como recurso. Alguns desses materiais são construídos pelas crianças, além daqueles recebidos pela Prefeitura, como é o caso do livro “Monstro Amor”, do acervo da "Minha Primeira Biblioteca".

 

 

Abaixo, alguns materiais que são usados como recursos pedagógicos confeccionados com a ajuda das crianças: materiais simples de papelaria oferecidos pela creche:

Livro envelope:
O livro contém 26 envelopes e, em cada um deles, há o registro de uma letra do alfabeto. O desafio é guardar a ficha da “chamadinha” no envelope de sua letra inicial. Além da ficha comum com o nome de cada um, com letra bastão caixa alta, a professora disponibiliza para manuseio outras fichas.

“A que eles mais gostam são essas com o nome e a fotografia de cada um”, conta a professora Camila.

 

 

Dado de letras:
São dados feitos com dobraduras e que são lançados na rodinha. O desafio é fazer com que a criança que tem o nome iniciado com a letra do dado levante e procure seu nome entre os demais para colocá-lo na “chamadinha”.

 

 

Dado de números:
Também são construídos com dobraduras e são lançados na rodinha. O desafio é lançar o dado e nomear o algarismo em que ele cair e, em seguida, procurar no outro dado a quantidade correspondente.

 

 

Letras móveis:
Trata-se de um alfabeto móvel construído com emborrachado EVA, que serve de apoio em diferentes momentos e atividades diárias.

 

 

Letras adesivadas:
Trata-se de um conjunto de letras cortadas em cartolina e adesivadas com círculos que criam texturas e permitem que as crianças sintam com a ponta dos dedos o “desenho” (traçado) de cada letra, incentivando a prática de registros espontâneos.

 

 

A Equipe da Creche Municipal Flora Santina Ferrari Braz compreende que, mais importante do que decodificar as letras, ler e escrever é entender a função e utilização da linguagem escrita no dia a dia! Assim, o aluno está inserido em situações de leitura e escrita, o que torna o processo de aprendizagem natural e prazeroso às crianças!

 

Para ver mais trabalhos realizados pela creche, acesse o blog.


Professora Rita Faleiro
Representante Rioeduca da 9ª Coordenadoria Regional de Educação
E-mail: ritafaleiro@rioeduca.net
Facebook: www.facebook.com/rita.faleiro

 



                               

 

 

 


  

Quarta-feira, 17/12/2014

Escola Joaquim Ribeiro - Aprendendo a lidar com dinheiro!

Tags: 3ªcre, dinheiro.

 

 

 Utilizando uma simulação de mercadinho, a professora Anna Paula Carriço ensinou seus alunos o sistema monetário brasileiro, as operações básicas de manuseio do dinheiro e reforçou o aprendizado dos cálculos mentais. Vamos conhecer?

 

Mas antes, que tal conhecer um pouco da Escola Municipal Joaquim Ribeiro e seu patrono?

 


 

A professora Anna Paula Carriço promoveu uma aula diferenciada em que a sala de aula se transformou em um minimercado com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre o sistema monetário brasileiro e sistematizar a noção sobre as quatro operações fundamentais utilizando material concreto. 

A atividade é excelente para promover o desenvolvimento de habilidades em matemática de forma lúdica, bem como incentivar o cálculo e o uso de valores aproximados para resolver situações envolvendo quantias em dinheiro. Além disso, estimula o desenvolvimento do raciocínio e possibilita o entrosamento e socialização entre as crianças.
 


 

Inicialmente foi estabelecido um diálogo sobre o conhecimento e interesse de cada um dos alunos sobre o tema. Depois houve a simulação de um mercado, preparado e montado. Para isso, foram utilizadas embalagens vazias trazidas pelos alunos, que se tornaram clientes e funcionários (vendedores e caixa) do estabelecimento, dinheirinhos de brinquedo e até uma caixa registradora de brinquedo!

A expressão escrita também foi trabalhada, pois os alunos foram estimulados a fazer listas de compras antes de ir ao mercadinho. O principal objetivo era o de introduzir o conhecimento do sistema monetário em situação do cotidiano, trabalhando valores, diferenças de preços, adição e subtração.

Relatamos a opinião da professora Anna:

“Foi uma experiência muito gostosa, pois todos aprenderam de uma maneira diferente. Percebemos que as crianças se divertiram carregando a lista de compras e a cestinha para as mercadorias. O comentário deles era de que parecia até as compras que faziam com sua família no mercado”.

Após as compras, eles passavam a mercadoria no caixa e, em seguida, faziam a mesma conta no caderno. “No caderno eles puderam utilizar outros meios para fazerem os cálculos: risquinhos, os dedos e a calculadora, que despertou um grande interesse, pois muitos não sabiam utilizá-la”. As embalagens ainda foram aproveitadas em outras aulas para criar diversas situações problemas.
 

Parabéns à Escola Municipal Joaquim Ribeiro!

 

 

 

                               

 

 

 


  

Quarta-feira, 17/12/2014

Memórias e Histórias para Resgatar a Identidade

Tags: 8ªcre.

 

 

A Escola Ernesto Franciscone trabalhou no resgate da identidade dos participantes de sua comunidade. Com o tema "Esse Cara Sou Eu!", a escola desenvolveu um belo projeto que, através da História e das memórias reunidas, resgataram um grande conhecimento sobre a unidade escolar.

 

 

Todas as turmas se envolveram e participaram com diferentes trabalhos sobre o patrono.

 

No dia 28 de novembro, aconteceu a culminância do projeto “Esse Cara sou Eu!”, que foi elaborado pelas professoras Renata Mira e Cátia Cilene na Escola Municipal Ernesto Franciscone.

O projeto nasceu da ideia de resgate das histórias física e social da escola. A partir da memória afetiva de funcionários e ex-funcionários, com enfoque na figura emblemática do patrono da instituição, foi possível reconstruir a identidade, a autoestima e o espírito de renovação da escola!

A curiosidade sobre quem foi Ernesto Franciscone, o patrono da escola, instigou os alunos que, ao longo de quase todo o mês de novembro, realizaram atividades ligadas a sua vida e obra, resultando em lindos trabalhos para exposição.

Vídeos, murais, cartazes e até mesmo um pequeno jornal foram construídos pelos alunos para divulgar a figura de Ernesto Franciscone, suas obras e sua contribuição para a História da nossa cidade e, também, do bairro.

 

 

O envolvimento da comunidade foi fundamental no projeto.

 

O projeto envolveu toda a escola. Todos se empenharam para que os alunos, desde a Educação Infantil até o 6º ano, pudessem ter conhecimento dos principais feitos do seu patrono.

Os responsáveis também tiveram sua contribuição e marcaram presença no dia da culminância, demonstrando a importância do evento para a comunidade local e para quem mora em seus arredores.

 

 

"Envolver a comunidade, resgatar sua identidade e depois partir para novos projetos! Esse foi o principal objetivo do projeto 'Esse Cara Sou Eu!', que foi um movimento marcante para todos os envolvidos".

                                                                Professora Alessandra Cecília, Diretora Geral

 

 

Os responsáveis compareceram para prestigiar a exposição.

 

O projeto "Esse Cara Sou Eu!" fecha com chave de ouro as atividades da escola em 2014!

A diretora geral, Alessandra Cecília, falou ao Rioeduca da felicidade de sua equipe em concluir o projeto e já começarem a pensar nas possibilidades de outras grandes ações em 2015.

O Blog da escola é um meio de compartilhar o desenvolvimento de suas atividades. No Blog da E. M. Ernesto Franciscone, encontramos com detalhes cada etapa do projeto. Se deseja conferir, clique no link abaixo:

E. M. Ernesto Franciscone

 

 

Alunos e direção em sintonia para a realização do "Esse Cara Sou Eu!".

 

O Rioeduca parabeniza todos pelo grande projeto de resgate de identidade e valorização da História da unidade escolar!

Acreditamos que essas memórias e história impulsionarão outras novas histórias e memórias na trajetória da E. M. Ernesto Franciscone!

 

 

A diretora da E. M. Ernesto Franciscone Alessandra Borges e a Adjunta Edna Sousa.

 

 

Quantas outras histórias ainda podem ser contadas aqui?

Participe!

Entre em contato conosco.